Quadrilha Junina Viola Caipira do Piauí
Conheça como são as Quadrilhas Juninas de Salão do Rio de Janeiro
Inspirados nas roupas da corte francesa — responsável por trazer para a nobreza brasileira a dança de “esquadra”, popularmente conhecida como quadrilha —, os componentes da categoria salão recorrem aos profissionais dos barracões para reluzir ao olhar dos jurados com vestimentas avaliadas em até R$ 15 mil.
Quadrilha Lageiro Seco a mais antiga da Paraíba
Eita Junino de Roraima uma história de sucesso
Amor pelas quadrilhas une diferentes gerações no Pará
Vai começar o Arraial de Belô 2011
Quadrilha Junina Formiga na Roça do Distrito Federal 2010



A Quadrilha Formiga da Roça vem mostrar uma nova faceta da cultura popular, vamos apresentar no arraiá uma manifestação cultural de grande importância no folclore nordestino com o Tema de 2010: “OS BONECO GANHAM VIDA DANÇANDO O SÃO JOÃO” Com o seu principal idealizador, Mestre Vitalino, iremos nos enveredar no mundo dos mamulengos, fantoches, marionetes e bonecas de pano, bonecos de corda, trazendo para o universo da Quadrilha Junina toda essa rica cultura.
Sem perder a tipicidade da quadrilha junina Cearense, presente em nossas indumentárias, e ao mesmo tempo o estilo moderno e estilizado de Brasília, apresentamos a arte de bonecos sob uma ótica junina, alegre, contagiante e de fácil compreensão.
O nosso marcador será um artista de bonecos, que além de manipular seu próprio fantoche no arraiá, este por vezes também manipulando a quadrilha, conduzirá a quadrilha que fará uma viagem pelo mundo dos fantoches.
As damas serão bonecas de pano que ao lado de seus cavalheiros, mamulengos, apresentarão essa mistura entre quadrilha junina e teatro de bonecos, realizando coreografias e desenhos coreográficos que nos remetem à história dos bonecos de pano, realizando, ao mesmo tempo, passos tradicionais juninos.
O Resultado dessa mesclagem entre quadrilha junina e bonecos é uma quadrilha animada e contagiante que cativa a todos a Quadrilha Formiga da Roça!!!
NOSSAS INDUMENTÁRIAS FEITAS TODAS EM FORTALEZA-CEARÁ, POR ARTESÃOS DA CAPITAL, ROUPAS ESTAS QUE NOS LEMBRA DE SÃO JÕAO, BEM COLORIDAS, COM VESTIDOS ESTILIZADOS E AS MENINAS COM SAPATOS MEIO ALTO, OS CAVALEIROS CHAPÉIS COLORIDOS DAS CORES DO TRAJE COMBINANDO COM TODAS AS DAMAS NAS SUAS CORES.
NOS ANOS DE 2004 até 2009, ESTAMOS ENTRE AS MELHORES QUADRILHAS, EM TRAJE TÍPICO, (SESI REDE GLOBO E LINQ-DFE), MELHOR MARCADOR, MELHOR ANIMAÇÃO E MELHOR CASAL DE NOIVOS DA LINQ-DFE, FOMOS TAMBÉM VICE-CAMPEÃ 2009 EM PALMAS - TO NO CONCURSO CENTRO OESTE QU TEVE DIVERSOS ESTADOS PARTICIPANDO COMO: MATO GROSSO, GOIAS, TOCANTINS, MINAS, ACRE, E BRASÍLIA, DENTRE OUTROS ESTADOS. VICE-CAMPEÃ EM RIO VERDE GOIÁS NO ARRAIÁ DAS ABÓBORAS, FICANDO ATRAS POR APENAS 01 PONTO, CONCORRENDO COM 30 QUADRILHAS DO DF e GOIÁS. NO SESI-REDE-GLOBO, SEMPRE SE CONSAGROU COM AS MELHORES NOTAS EM TRAJE TÍPICO, A ÚNICA A TIRAR 03 NOTAS 10 (DEZ) 2004, A 2009. CAMPEÃ NORDESTINA EM RIACHÃO DAS NEVES – BA.
ATUALMENTE VICE-CAMPEÃ DO CENTRO OESTE DIPSUTADO EM TOCANTINS COM MAIS DE 30 QUADRILHAS DO CENTRO OESTE, E SOMOS A QUADRILHA REVELAÇÃO NO ANO DE 2008.
Fundado aos 08 (oito) dias do mês de julho de 1996 (um mil novecentos e noventa seis), na cidade satélite de São Sebastião – DF, com o nome Quadrilha Junina Formiga da Roça. Seu nome teve origem de uma Quadrilha Junina do bairro Conjunto Industrial – Fortaleza - CE, este nome que significa força, trabalho, garra união, assim como todas as formigas da roça que levam até 200 vezes o seu peso em cima de suas costas.
Quadrilha Junina Quadrilhão da Bahia 2010





Trajetoria Forró Quadrilhão
A trajetória do Forró Quadril hão é curta,com apenas 01 ano de existência o Forró Quadril hão é porém protagonista de trabalhos significativos, que abrilhantaram os capítulos da história do movimento Quadrilha Junina no estado da Bahia.
O grupo foi fundado em 24 de junho de 2009, na comunidade do Pero Vaz, da junção dos quadrilheiros que hoje fazem presente no grupo. Entre os seus idealizadores, destacam-se Gustavo Conceição o idealizador.
A escolha do nome foi consenso, pois “queriamos um nome que caísse na boca do povo, porque todas as quadrilhas dizem ser grande poriço Quadrilhão Já nasçeu grande ”,diz:Gustavo Conceição.
O Forró Quadrilhão ficou na memória dos quadrilheiros pela singularidade e ousadia do trabalho que leva para os arraiais. Quem não se lembra do ano das Santas com o tema: Fé Festejos e louvores as nossas senhoras.”? Produções suntuosas que entraram para a história do movimento de quadrilhas juninas na Bahia. O custo desse trabalho (aluguel de espaço, ônibus, , várias costureiras, , , marceneiros,cenografos etc.), que ficou em torno de vinte e dois mil reais (em 2010), era captado por um pequeno grupo de pessoas.
No primeiro ano de existência, muitos nomes são importantes e merecem ser lembrados (o pessoal de produção, os dançarinos, o marcadores, os coreógrafos, as costureiras – profissionais que passaram e fizeram história na quadrilha). No entanto, destacaremos também neste documento os nomes de Jonas Pereira foi o responsável pela concepção e desenvolvimento do tema que ficara na memória de quem
assiste e gosta da quadrilha. Em 2010, com o tema Fé, Festejos e Louvores as Nossas Senhoras o grupo conquista o publico Baiano sendo aplaudida de pé.
Em 2011 definitivamente a quadrilha promete chegar arazando apresentar um novo modelo de quadrilha junina, inspirando muitos grupos a realizarem um trabalho qualificado com forte pesquisa. Com esse tema, O Forró Quadrilhão tenta conquista os campeonatos na Bahia e da Rede Globo. Grande parceiro Gustavo Conceição vai ser mais uma vez o criador de movimentos e desenhos coreógrafos de tirar o fôlego do público, levando ao delírio muitas arquibancadas. Quem não se lembra das coreografias das Emilias, Santo Antonio, Nossas Senhoras,? Essas inovações garantiram muitos prêmios as quadrilhas que passei, entre eles o de melhor coreografia da Bahia.
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3- Lugar Arraia da Capitá
3- Lugar Dias Davila
4- Concurso Regional Febaq
Com esse histórico lindo e limpo o Forró Quadril hão volta aos festejos juninos em 2011, para abrilhantar ainda mais o São João Baiano, do Nordeste e do Brasil.
Gustavo Conceição
Presidente Coreógrafo
Tel.: 8758-2069 ou 3251-7403
Grupo de Artes Junino Forró Quadrilhão
Quadrilha Assum Preto de Aracaju
"1ª Campeã Brasileira"
Tema 2010: Assum Preto minha Paixão, 2 décadas de Animação, 20 anos de Tradição.
O grupo foi criado em 14 de julho de 1990, tendo como Presidente e Marcador Genicleudo Melo Albuquerque desde sua fundação.
E traz, em sua trajetória, a homenagem ao maior mito da música nordestina, o saudoso Luiz Gonzaga, conhecido como o "Rei do Baião".
Manter vivo os festejos juninos na alma Sergipana é o principal objetivo dos 60 integrantes da Quadrilha Junina Assum Preto.
A garra e a selvageria que representa a famosa "ave"
são tão sinônimos de união entre os participantes da Assum Preto, cujo laço de irmandade ajuda a reforçar o espírito de cooperação mantido pelos mesmos, ano após ano. Prova maior, são os inúmeros títulos já conquistados em concursos, tanto em Sergipe, quanto nos demais estados brasileiros.







Quadrilha Junina Cafundó do Brejo de Tocantins
CAFUNDÓ DO BREJO 2010“EM FORMA DE CORDEL, O ESPANTALHO GANHA VIDA PRA CASAR COM CUSCUIZINA A FILHA DO CORONEL”.
HISTÓRICO
A Quadrilha Cafundó do Brejo foi fundada no dia 29 de maio de 1993 por Jovens da Comunidade São Francisco de Assis e grupo de jovens JUPTE no Aureny II.
É Hepta Campeã do Arraiá da Capital, sendo a única quadrilha de Palmas que esteve presente em todas as edições deste evento.
Nos anos de 2006 e 2007 participou do XXX e XXXI Folguedos do Piauí, dentro da Mostra Nacional de Quadrilhas Juninas.
Também no ano de 2006 representou o Tocantins no II Concurso Nacional de Quadrilhas Juninas em Rio Verde-GO. Em 2010 sagrou-se Campeão do Concurso Estadual.
O TEMA
Este ano a Cafundó do Brejo explora de perto uma festa caipira e trás do interior o cômico desenrolar de um CASAMENTO MATUTO entre um ESPANTALHO e a FILHA DO CORONEL promovendo o tema: “EM FORMA DE CORDEL O ESPANTALHO GANHA VIDA, PRA CASAR COM CUSCUIZINA A FILHA DO CORONEL”.
AFREVENTADO representa a figura dos solitários espantalhos esquecidos em meio a lavouras e plantações e devido a magia de São João ganhou o direito a vida para se casar com Cuscuizina, a filha do Coronel, mas com uma condição não muito fácil, conseguir a bênção do pai de sua amada.
CUSCUIZINA a única filha do coronel representa a moça do interior que vai bem cedo pra cidade grande estudar e volta pra sua cidade em busca de um grande amor.
Em meio tanto desejo e fé, a quadrilha vem em festa e comemora o encontro do dois em meio à plantação. Mas até os dois ficarem juntos vai ser um Deus nos acuda com direito a muita magia e muita alegria.
O ESPETÁCULO
ENTRADA
Música “O VELHO ESPANTALHO – ALDEIA DOS ANJOS” cantando a solidão e o árduo trabalho do espantalho.
A coreografia mostra alguns espantalhos enfatizando o Espantalho principal nos movimentos da dança.
O NARRADOR
A história é contada por um Narrador, o próprio Marcador da Quadrilha, em forma de cordel o narrador passeia pela história contando tudo que o que se passará deixando as cenas mais compreensíveis.
PERSONAGENS
Afreventado, o Espantalho: vivido pelo Noivo
Cuscuizina, a filha do Coronel: vivida pela Noiva
Narrador: vivido pelo Marcador da Quadrilha
Coronel Picanasso: o dono da plantação
Delegado Damião: vivido pelo Rei Caipira
Amafrosiano: o maior fuxiqueiro da cidade
Prequitildes: a prima festeira de Cuscuizina e filha de Amafrosiano
Mestruado: Amigo de Damião
Abisorvente: Amigo de Afreventado
Miúdo: Grandão amigo de Afreventado
CENAS TEATRAIS - O teatro ocorre em quatro principais cenas:
TRANSFORMAÇÃO; O ENCONTRO; A CAÇADA E O CASAMENTO.
1º MOMENTO – TRANSFORMAÇÃO - Coreografia do Espantalho
PEDIDO DE CUSCUIZINA PARA IR À FESTA; ORAÇÃO DO ESPANTALHO; TRANSFORMAÇÃO DE AFREVENTADO EM HOMEM E A IDA DE AFREVENTADO PARA A FESTA;
2º MOMENTO – O ENCONTRO - Afreventado se apresenta para Cuscuizina
Começo da apresentação da Quadrilha na Festa, ele de noivo e ela de noiva;
01 - Pout-pourri 01: Isso aqui ta bom demais/Arraiá da Capitá/Forroteria
(Músicas que expressam a alegria de estar na festa e principalmente de brincar quadrilha)
02 - Pout-pourri 02: Zuera/Se não fosse o forró (Música do cumprimentar de damas e cavalheiros e das brincadeiras de roda homenageando a colheita de milho)
03- Música: Rodopiando - (Música que consagrou nossa Rainha Caipira a Rainha no Arraiá da Capital 2010)
04 - Música: Forró do Xenhenhem - (Música em que o Fuxiqueiro, Amafrosiano, ver Afreventado e Cuscuizina no maior amasso e corre para contar para o Coronel)
3º MOMENTO – A CAÇADA
Depois do Fuxico, O Coronel chama Delegado Damião e manda prender Afreventado para forçá-lo a Casar com Cuscuizina;
Achando Afreventado, Damião já aponta logo sua arma ameaçando levá-lo, sem saber do que se trata Afreventado inventa uma mentira para aliviar a situação dizendo ser Primo Legítimo de Lampião e propõe para Damião uma disputa no XAXADO.
05 - Música: Xaxado vem do sertão
4º MOMENTO – O CASAMENTO - O coronel aceita o amor entre sua filha Cuscuizina e o Afreventado o Espantalho.
06 – Musica: Parei no seu amor e pra festejar o casamento a música: Casamento na fogueira.


Fotos: FERNANDO ALVES
Traque de Massa Uma História de Amor e Sucesso Que volta em 2011
A trajetória da Traque da Massa é curta,com apenas 05 anos de existência a TRAQUE DE MASSA é porém protagonista de trabalhos significativos, que abrilhantaram os capítulos da história do movimento Quadrilha Junina no Recife e Região Metropolitana nos últimos anos.O grupo foi fundado em 20 de março de 2004, na comunidade de Águas Compridas, Olinda, da junção das quadrilhas Tradição na Roça e Moderna Caruá. Entre os seus idealizadores, destacam-se José Roberto da Silva Neto .
A escolha do nome foi consenso, pois “queriam um nome que caísse na boca do povo, porque todas as quadrilhas jogavam traque de massa”,diz:José Roberto.
A Traque de Massa ficou na memória dos quadrilheiros pela singularidade e ousadia dos trabalhos que levava para os arraiais. Quem não se lembra do ano da casinha de fogos? Da representação do Alto do Moura em pleno arraial repleto de “bonecos de Vitalino”? Produções suntuosas que entraram para a história do movimento de quadrilhas juninas em Pernambuco. O custo desse trabalho (aluguel de barracão, ônibus, caminhão-baú, várias costureiras, bordadeiras, eletricistas, marceneiros, maquiadores etc.), que ficou em torno de trinta e dois mil reais (em 2007), era captado por um pequeno grupo de pessoas.
Nos cinco anos de existência, muitos nomes são importantes e merecem ser lembrados (o pessoal de produção, os dançarinos, os marcadores, os coreógrafos, as costureiras – profissionais que passaram e fizeram história na quadrilha). No entanto, destacaremos também neste documento os nomes de Anderson Gomes e Perácio Junior. Anderson foi o responsável pela concepção e desenvolvimento de temas que ficaram na memória de quem
assiste e gosta de quadrilha. Em 2006, com o tema Fogos de artifício, pólvora e povo, o grupo conquista o seu primeiro campeonato: vencedor do Festival de Quadrilhas da Rede Globo Nordeste e do Festival Regional, na Paraíba.
Vitalino: sem barro o homem, com barro o Mestre
foi o título do espetáculo de 2007, que definitivamente apresentou um novo modelo de quadrilha junina, inspirando muitos grupos a realizarem um trabalho de qualificada pesquisa. Com esse tema, a Traque conquistou o vice-campeonato no Pernambucano da Prefeitura do Recife, no Sesc e o 3º lugar na Rede Globo. Grande parceiro de Anderson e coautor do sucesso da Traque, Perácio foi o criador de movimentos e desenhos coreógrafos de tirar o fôlego do público, levando ao delírio muitas arquibancadas. Quem não se lembra da coreografia das cabecinhas, da catraca humana em pleno arraial, do tabuleiro vivo de Vitalino e do bailado sobre a ferradura do jegue? Essas inovações garantiram muitos prêmios a Traque de Massa, entre eles o de melhor coreografia do Pernambucano (2006 – as cabecinhas).
O ano de 2009 chegou com muitos títulos para a Traque de Massa. Com otema Jegue: cinzas de um herói, a quadrilha conquistou o primeiro título de campeã do Pernambucano, Campeã do Festival Sesc de Quadrilhas,além de obter o 1º lugar no Nordestão, o 3º lugar no Brasileiro (Ceará) e vários títulos de campeã em diversos arraiais que concorreu, como: Alto José Bonifácio, Cajueiro Seco, Mirueira, Moranguinho(Caetés), Alto José do Pinho, Córrego do Euclides, Chave (Paratibe), Prazeres, Jaboatão Velho, Muribeca, entre outros.
Com esse histórico lindo e limpo a TRAQUE DE MASSA volta aos festejos juninos em 2011, para abrilhantar ainda mais o São João de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil.
Eduardo Ferreira
Diretor de Marketing e Comunicação.





História, Títulos, Fotos e Vídeos da Quadrilha Pernambucana Junina Lumiar





O Grupo de Artes Lumiar (GAL) nasceu em 1994 na comunidade do bairro do Pina – na cidade do Recife – com o objetivo de produção de espetáculos de dança popular com a participação de jovens e adolescentes do bairro, desempenhando, assim, um importante papel social na formação desses jovens e adolescentes, uma vez que fornece aos mesmos oportunidade de formação e desenvolvimento sócio-cultural de forma que atualmente somos reconhecidos como: QUADRILHA: ESCOLA DE ARTISTAS…!
Dentre os espetáculos produzidos pelo grupo de danças Lumiar, a QUADRILHA JUNINA LUMIAR sobressaiu-se ao longo dos anos, vindo atualmente a ser considerada um grande ícone no São João do Nordeste. Atualmente os encontros de ensaios da Quadrilha Junina Lumiar vem se tornando pontos de encontros festivos no bairro do Pina, atraindo, sobremaneira, pessoas de diversas localidades da Região Metropolitana da Cidade do Recife.
Um grupo social que transformado em grande espetáculo, assim é reconhecida a QUADRILHA JUNINA LUMIAR nos mais variados setores da sociedade: público em geral, mídia, críticos, integrantes de outros grupos, imprensa escrita e televisada.
A QUADRILHA JUNINA LUMIAR conta atualmente com aproximadamente 250 integrantes, desde dançarinos, apoio técnico, diretores, artesãos, costureiras, etc, e desta forma tem se consagrado campeã nos mais variados concursos e festivais de que participa em várias cidades do Nordeste, atingindo um público estimado de 100.000 pessoas.
TÍTULOS
ANO 1999 – Espetáculo: ACORDA POVO
• Vice-campeã – Festival da Fundação de Cultura da Cidade do Recife
• 4º Lugar – Festival da Rede Globo Nordeste
ANO 2000 – Espetáculo: ADVINHA, ADVINHAÇÃO NA FESTA DE SÃO JOÃO
• Campeã – Festival da Fundação de Cultura da Cidade do Recife
• Campeã – Festival do SESC – Recife
• 3º lugar – Festival da Rede Globo Nordeste
ANO 2001 – Espetáculo: FESTA DE CASAMENTO
• Campeã – Festival da Fundação de Cultura da Cidade do Recife
• Campeã – Festival do SESC – Recife
• Campeã – Festival da Rede Globo Nordeste Participação no Festival Regional de Quadrilhas Juninas (Rede Globo – CARUARU – PE)
ANO 2002 – Espetáculo: FOGUEIRA É SÍMBOLO, FOGO É LOUVOR
• Campeã – Festival da Fundação de Cultura da Cidade do Recife
• Campeã – Festival do SESC – Recife
• Campeã – Festival da Rede Globo Nordeste
• Campeã – Festival Regional de Quadrilhas Juninas (Rede Globo – MOSSORÓ – RN)
ANO 2003 – Espetáculo – FESTA E DEVOÇÃO
• 5º lugar – Festival da Fundação de Cultura da Cidade do Recife
• Vice-campeã – Festival do SESC – Recife
• Vice-campeã – Festival da Rede Globo Nordeste
• Campeã – Festival Regional de Quadrilhas Juninas (Rede Globo – JABOATÃO – PE)
• Campeã – I Festival da Federação de Quadrilha Juninas de Pernambuco FEQUAJUPE
• Campeã – I Festival Nordestão de Quadrilha Juninas (João Pessoa – PB) CONFEBRAQ – Confederação Brasileira de Quadrilhas Juninas
ANO 2005 – Espetáculo – UMA NOITE DE SÃO JOÃO NA CIDADE DE LUMIAR
• Campeã – Festival da Fundação de Cultura da Cidade do Recife
• Campeã – Festival do SESC – Recife
• Vice-campeã – Festival da Rede Globo Nordeste
• 4º lugar – Festival Regional de Quadrilhas Juninas (Rede Globo – CARUARU – PE)
• Campeã – III Festival da Federação de Quadrilha Juninas de Pernambuco FEQUAJUPE
• Vice-campeã – III Festival Nordestão de Quadrilha Juninas (João Pessoa – PB) UNEJ – União Nordestina de Entidades Juninas
ANO 2006 – Espetáculo – BRINCANDO DE SOLTAR BALÃO A LUMIAR ESPALHA OS SENTIMENTOS NO SÃO JOÃO
• 3º lugar – Festival da Fundação de Cultura da Cidade do Recife
• 3º lugar – Festival do SESC – Recife
• 6º lugar – Festival da Rede Globo Nordeste
• 6º lugar – Concurso Interestadual de Quadrilha – Cidade Junina – Mossoró/RN
ANO 2007 – Espetáculo – UMA QUADRILHA JUNINA FEITA PELO POVO E PARA O POVO
• 4º lugar – Festival da Fundação de Cultura da Cidade do Recife
• 1º lugar – Festival do SESC – Recife
• 2º lugar – Festival da Rede Globo Nordeste
• 6º lugar – Concurso Interestadual de Quadrilha – Cidade Junina – Mossoró/RN
ANO 2008 – Espetáculo – SONHOS DE UMA NOITE DE INSPIRAÇÃO
• Vice-campeã – Festival da Fundação de Cultura da Cidade do Recife
• Campeã – Festival do SESC – Recife
• Campeã – Festival da Rede Globo Nordeste
• Vice-campeã – Concurso Regional de Quadrilhas
OBSERVAÇÃO: Vale ressaltar que a
QUADRILHA JUNINA LUMIAR detém inúmeros
campeonatos em festivais promovidos em
arraiáis de comunidade da região metropolitana
do Recife.
Quadrilhas estilizadas ganham cada vez mais força em Pernambuco
A quadrilha de roupas remendadas, chapéu de palha, de passos molengas e caricaturados, do som à base de sanfona e triângulo está em extinção em Pernambuco. Em seu lugar, vem ganhando cada vez mais força a chamada quadrilha estilizada, que encheu de elementos um dos maiores símbolos do São João. As apresentações mais parecem desfiles. São usados cenários, roupas luxuosas, músicas e temas próprios. A preparação do espetáculo envolve toda a comunidade e dura o ano inteiro, não apenas no período que antecede o ciclo junino. Os anarriês e alavantus foram substituídos por passos sincronizados e elaborados. Nos concursos, são critérios de avaliação das quadrilha: pontualidade, criatividade, evolução, adereços, figurino, repertório, entrada, saída, casamento e animação. Prova de que, com o passar dos anos, as quadrilhas estão cada vez mais parecidas com as escolas de samba.
Historiadores e sociólogos pernambucanos enxergam prós e contras no novo fenômeno. “Estamos vivendo uma época em que as tradições culturais são espetacularizadas. E isso aconteceu com as quadrilhas também”, explicou o professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Roberto Benjamin. A pesquisadora Jane Emirce de Melo afirmou que as quadrilhas mudaram para se enquadrar às transformações da sociedade. “Eu prefiro as quadrilhas tradicionais mas as estilizadas se adequam à realidade das massas e da mídia, que pedem apresentações mais elaboradas”, disse a estudiosa. Ela informou que hoje em dia os grupos de dança da cidade mal lembram os antigos folguedos, que originaram as quadrilhas.
Segundo o coordenador do concurso de quadrilhas do Recife, Aldemar Araújo, ninguém quer mais usar “roupinha de matuto”. “As pessoas querem show. E a cultura vai se modificando para atender essa realidade. Quadrilha tradicional, hoje, só nas cidades do interior ou nos grupos de terceira idade”, disparou. Araújo confirmou que a dança junina está cada vez mais parecida com as evoluções das escolas de samba. “Exigimos rigor nas apresentações, surpresa e criatividade. Temos quadrilhas que levam cenário próprio, com rodinhas, parecido com carros alegóricos. Cada grupo tem o seu tema, que não necessariamente tem a ver com o São João, e há compositores só para fazer as músicas da quadrilha”, contou.
A nova quadrilha, ao contrário da antiga, apresenta mais destaques. Além dos noivos, as estilizadas também têm três casais temas, além dos casais de reis e de príncipes do milho. Eles se diferenciam dos outros “matutos” pelas roupas e coreografias. Apesar das mudanças que descaracterizam as quadrilhas, a pesquisadora Jane Emirce acredita que o futuro das quadrilhas será voltar às raízes nos próximos anos. “Vamos observar novas configurações, unindo a tradição à modernidade”, disse. É o que já está acontecendo com a quadrilha Lumiar, do bairro do Pina, uma das maiores campeãs de concursos do Recife. Este ano, os dançarinos voltaram a fazer passos como “a grande roda” e escolheram temas juninos em seu enredo. “Estamos no caminho de volta e vamos, cada vez mais, valorizar as raízes”, garantiu o presidente da quadrilha, Fábio Andrade.
Nova Descoberta - No bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, dançar quadrilha é assunto sério. Lá funciona a sede da quadrilha estilizada Explosão Sertaneja, formada por 54 componentes. Eles se preparam durante todo o ano para o período junino. As roupas são luxuosas e os passos são ensaiados à exaustão.
Até o penteado das garotas do grupo é sincronizado, “para manter o conjunto” na hora das apresentações. Todas usam apliques lisos e negros, do mesmo tamanho. A rotina espartana, segundo os dançarinos, é semelhante a das concentrações das escolas de samba. Muitos integrantes da quadrilha - coincidência? - já desfilaram no carnaval do Recife.
“Desde agora já estamos pensando no São João do ano que vem. Para nós, será obrigação fazer uma bela apresentação. Afinal, a quadrilha estará completando dez anos de criação”, afirmou o diretor da Explosão Sertaneja, Enock Ramos.
Neste ano, o tema escolhido foi “Minha história junina de amor”, que contou a trajetória de um casal que se separou porque o rapaz precisou ir a São Paulo em busca de emprego e deixou a amada no interior.
Assim como nas escolas de samba, na quadrilha de Nova Descoberta também há a “madrinha de bateria”. No caso, o destaque feminino, que forma o casal tema. Geralmente a escolhida para o posto mais cobiçado da quadrilha é a melhor dançarina do grupo. O quesito beleza também é fundamental na escolha.
Este ano a sortuda foi a estudante Thamiles da Silva, de 16 anos. “Este é o meu primeiro ano como destaque. A concorrência por esse posto é grande. Todas as meninas queriam estar no meu lugar”, comentou a garota, que forma par com Marcelo Henrique da Silva Lima, de 19 anos.
Origem - Quem vê a quadrilha como uma das danças mais populares no Brasil atual dificilmente imagina sua origem nos pomposos salões da nobreza europeia do século XVIII. Foi lá que ela se tornou conhecida e começou a adquirir o formato que possui hoje, antes de ser trazida para o Brasil, por volta de 1820, ainda durante o período da regência, através da elite herdeira da nobreza portuguesa.
A tradição, na verdade, desenvolveu-se a partir de danças folclóricas praticadas em zonas rurais da Inglaterra (a country dance, dança do interior) e da França, onde recebeu a denominação com a qual se tornaria conhecida (no original francês, quadrille) no mundo. Historiadores afirmam que o termo pode ter surgido do espanhol cuadrillo, que quer dizer “quadradinho”. Isso porque, no início, a dança era executada por quatro casais. Outros afirmam derivar do italiano squadra, para companhias de militares dispostas em quadrado.
No Brasil, a quadrilha foi logo deixando os palácios da nobreza e caindo no gosto da população, principalmente das regiões rurais, e ganhando associação com o período juninho. Assim, foi também incorporando novos passos, graças à criatividade do povo. Mas manteve sinais de sua origem, com os nomes dos movimentos associados a algum termo original francês: “anavantur” (avant tout, todos à frente), anarriê (derriére, para trás). Os termos são proclamados pelo marcador, pessoa que tem o papel de orientar os passos do grupo.
Por Mirella Marques, do Diario de Pernambuco
Conheça a história do grupo mineiro São Gererê
Fundada em 1979 com intuito de divertir a comunidade Rogério Gomes, fundador e criador deste grupo folclórico e pelo amor a arte fundou o grêmio Recreativo e Cultural São Gererê, mas pra ele era pouco, pois aquela arte estava ficando cada vez mais sério e resolveu se inscrever no concurso o Forro de Belô, dali em diante não parou mais com 31 anos de existência o grupo é tri campeão do Arraial de Belô, com mais de quatro terceiros lugares, 6 segundos lugares e alem de apresentações em toda Minas Gerais entre outros estados, sendo que 4° lugar no Arraial Brasil e Melhor Casal de noivos no mesmo evento, apresentações em Corinto Ceará, Teoflotoni, Furnas, e entrem outras sendo que participa de umas das festas mais importantes de Minas o Arraial da Rede Globo ha mais de 10 anos e entre várias outras. E não contentando com isso Rogério Gomes, possui outras atividades, como grupos de Axé, quadrilha infantil e quadrilha da terceira idade e ainda promove eventos como um dos maiores carnavais de Belo Horizonte na comunidade.
Esta é a São Gererê contribuindo para arte e cultura no Brasil.
Caipiras do Borocoxó é a vencedora do I Circuito Junino de Palmas - TO

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